Olá amigos!!


Sejam muito bem vindos!


Alegria ou tristeza? Sorrisos ou lágrimas? Saúde ou doença? Ânimo ou inercia? E as perspectivas? No trabalho, dinheiro, amor, a família, filhos?

Parece que os ventos estão soprando contra? Serenidade neste momento é a chave. Após os ventos o sol estará novamente presente, com todo seu brilho, quer a gente queira ou não!

Podemos, devemos e temos todo direito de termos paz, prosperidade, bons e felizes momentos.

Que tal buscar conselhos para redirecionar o caminho? Rever conceitos, dar novas direções, temos a opção do livre arbítrio e mudarmos de opinião, ou quem sabe colocar um ponto final?

O tarot sempre trás a resposta que buscamos, seja qual for. As cartas auxiliarão você, clareando os pensamentos confusos, acalmando o coração inquieto e angustiado, sugerindo ações, pois a vida está em constante mutação e evolução, estamos neste abençoado planeta para evoluir, aprender e não necessariamente sofrer.



Um pouco da história do Tarot



Para conhecimento, algumas explicações do tarot cigano.

O tarot e as suas origens estão envoltas em mistério, magia e aberturas à especulação.Historicamente os Oráculos foram uma das primeiras formas de relacionamento no planeta terra, entre os seres humanos e a divindade.

Há quem defenda que as cartas derivam dos livros sagrados do Antigo Egito. Pensa-se, por outro lado, que tenham sido originárias na Índia ou na China e que foram trazidas pelos ciganos para a Europa. Detectam-se no Tarot símbolos que se pensa conterem os segredos do universo e a chave da natureza humana e influências das religiões Gregas e das filosofias Árabes e Indianas, assim como da Cabala Judaica.

Antes dos ciganos com sua alegria, sabedoria, lendas, costumes, e a crença que podiam receber do divino revelações e iluminação interior, começarem a instalar os seus acampamentos pelo centro-oeste da Europa, em meados do século XV, nobres e ricos de origem italiana e francesa, já encomendavam a interpretação aos artistas de seu tempo, a peso de ouro, o que hoje conhecemos por TAROT.

Sabemos que as 36 interpretações que Lenormand adotou em seu baralho são cópias de um jogo de lazer editado. Nas últimas décadas foram criados baralhos intitulados "Ciganos", que consistem, em sua quase totalidade, no redesenho de imagens ou em adaptações mais ou menos distanciadas das originais 36 cartas do Petit Lenorman.

Trata-se de uma fonte que nada tem de exotérica ou cigana.

O Tarot é um oráculo.

O oráculo já é citado no antigo testamento, quando o Rei Saul, consultava as pitonisas para orientação. Portanto a sua interpretação nada tem de adivinhatória, ao ser consultado ele detecta a energia reinante e direciona as tendências. Há pessoas que mudam os padrões e acessam energias sutis com mais facilidade, outras, presas a preconceitos, condicionamentos, ou medos têm maior dificuldade em acessar energias ou mudar crenças.

Oráculos ajudam muito para o autoconhecimento. Não é adivinhação! Qualquer oráculo, não é uma verdade absoluta, tudo é relativo. A Verdade Absoluta, que não está manifestada completamente em nosso plano terrestre, podemos chamar essa Verdade Absoluta "DEUS".

Se sabemos que estamos constantemente modelando nosso futuro, ao estabelecermos um contato mágico com nosso inconsciente, o que é mais relevante, não só influenciar, mas alterá-lo, tornando-nos, até certo ponto, senhores de nosso destino e comandante de nossa alma.

Lembrando sempre, que temos o Sagrado dom do Livre-Arbítrio.

O futuro é mistério, o passado é história com experiências, decepções e aprendizados, o presente é o constante movimento. Isso é pessoal e intransferível.


terça-feira, 30 de setembro de 2014

Parábola do Urso e a Panela


Certa vez, um urso faminto perambulava pela

 floresta em busca de alimento.
A época era de escassez, porém, seu faro aguçado 
sentiu o cheiro de comida e o conduziu 
a um acampamento de caçadores.
Ao chegar lá, o urso, percebendo que o acampamento
 estava vazio, foi até a fogueira, ardendo em brasas,
 e dela tirou um panelão de comida.
Quando a tina já estava fora da fogueira,
 o urso a abraçou com toda sua força e enfiou
 a cabeça dentro dela, devorando tudo.
 Enquanto abraçava a panela, começou a 
perceber algo lhe atingindo.
 Na verdade, era o calor da tina...
Ele estava sendo queimado nas patas, no peito
 e por onde mais a panela encostava.
O urso nunca havia experimentado aquela sensação e, 
então, interpretou as queimaduras pelo seu corpo
 como uma coisa que queria lhe tirar a comida.
Começou a urrar muito alto. E, quanto mais alto
 rugia, mais apertava a panela quente contra
 seu imenso corpo.
Quanto mais a tina quente lhe queimava, 
mais ele apertava contra o seu corpo e 
mais alto ainda rugia.
Quando os caçadores chegaram ao acampamento,
 encontraram o urso recostado a uma árvore 
próxima à fogueira, segurando a tina de comida.
O urso tinha tantas queimaduras que o fizeram
 grudar na panela e, seu imenso corpo,
mesmo morto, ainda mantinha a expressão
 de estar rugindo.
 Em nossa vida, por muitas vezes, 
abraçamos certas coisas que julgamos ser importantes.
Algumas delas nos fazem gemer de dor, nos queimam
 por fora e por dentro, e mesmo assim, ainda as 
julgamos importantes.
Temos medo de abandoná-las e esse medo nos coloca
 numa situação de sofrimento, de desespero.
Apertamos essas coisas contra nossos corações 
e terminamos derrotados por algo que tanto 
protegemos, acreditamos e defendemos.
Para que tudo dê certo em sua vida, é necessário 
reconhecer, em certos momentos, que nem sempre 
o que parece ser o melhor vai lhe dar condições de 
prosseguir, de ser feliz.
Tenha a coragem e a visão que o urso não teve.
SOLTE A PANELA!

Nenhum comentário:

Postar um comentário